Cabine telefónica transformada em biblioteca

 

Tradicionais cabines telefónicas britânicas reutilizadas para criar biblioteca inovadora.

Uma das tradicionais cabines telefónicas britânicas foi transformada numa das mais pequenas e mais movimentadas bibliotecas de Inglaterra e do mundo.

O novo conceito funciona por sistema de troca: o leitor tem apenas de substituir o livro que leva por um que já tenha lido.

A original bibliteca, situada numa pequena aldeia de Gales, em Inglaterra, tem uma capacidade para cerca de 100 livros, para além de ter ainda disponíveis CDs e DVDs.

A ideia partiu de um residente depois da aldeia ter ficado quer sem a cabina de telefone público quer sem biblioteca. Uma cabina telefónica foi, então, comprada pela aldeia por uma libra.

Não é a primeira vez que as tradicionais cabines telefónicas são recicladas. Já outras foram transformadas em galerias de arte, duches e, até mesmo, casas de banho públicas.

Fonte: Jornal de Notícias

Entendendo o bibliotecário como um produto

“Pense um sistema Windows”…

Bibliografia e Referência
Catalogação e Classificação
Documentação Paleografia
História da Arte
História da Literatura
História dos Livros e das Bibliotecas
Introdução aos Estudos Históricos e Científicos
Organização e Administração de Bibliotecas

É um pacote estranho sem dúvida, mesmo para quem já está familiarizado com os termos. E quem está conhecendo o termo agora?

Quem quer ingressar na carreira, ou melhor quem precisa utilizar os serviços de um profissional de várias nomenclaturas. Sim várias por que além de bibliotecários esbarramos em cientista da informação, organizador, arquivista, protetor do conhecimento. Mas será que temos que ter mesmo tantos nomes?

“Pense no ser humano por traz da informação”…

Some a ele de forma literal e automática.

Atender e servir com maestria
Organizar a informação e disseminar no tempo exato, para o usuário exato
Disseminar a informação, não é ter fonte e referência, é trabalhar a mesma de forma que tenha um valor agregado e seja útil quando solicitada.

“Liberte-o”

A ação já é aplicada, mas é desconhecida. O Bibliotecário não está mais entrincheirado entre estantes e balcões. É preciso então mudar a mente do mundo. Criar revoluções e deixar saber que o bibliotecário está em todos os cantos do conhecimento. Onde a informação é e deve ser organizada.

Escritórios, advogados, farmácias, construtoras e consultorias utilizam de algum conhecimento que um profissional bibliotecário tem.

A vantagem? Esse profissional é adaptável, se molda à necessidade do seu cliente. São poucas as ocasiões em que um serviço pode ser feito de forma pessoal e personalizada.

Isso sem fugir as normas de padronização. Mas com características que fazem do usuário deste serviço um portador único.

Eu tive medo de ser Bibliotecária. Me tornar uma velhinha fofa, de óculos e rabugenta. Essa visão é um pouco antiga, mas ainda persiste no imaginário coletivo.

Durante os anos de estudo ainda respondi a muitos “Biblioques?” ou “Me desculpa, mas o que você faz mesmo?”

Acho que ainda não sei talvez eu seja muito libertária, e a camisa conservadora não coube em mim. Não cabia até eu resolver pintar a Biblioteconomia com cores fortes.

Usar os rótulos com uma visualização mais repaginada, ver o mercado e não o setor.

Uma revolução só possível com a entrada do marketing no conceito biblioteconomia.

Então eu sou um produto? E vendo o que?

Se você é Bibliotecário se pergunte, se não for, me pergunte.

Ana Claudia (BiboMkt)

10 de Dezembro

Pinte o seu palhaço, o pessoal, o social, o emocional.

O palhaço também chora, mas longe do palco ninguém vê.